Se me querem destruir, têm de o fazer num esforço contínuo e amplo. Enquanto houver parte de mim que respire, voltarei. Não tão forte, mas voltarei. Talvez, quem sabe, triunfante. Continuem a bater, continuem a destruir, continuem a pressionar. Venham. Todos. Agora. Estou à espera. E não descanso enquanto não chegarem...
A paz é a mais frágil das conquistas
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Releio o fabuloso livro de memórias de Stefan Zweig, intitulado *O Mundo de
Ontem*. Foi, dramaticamente, um livro-testamento: o céle...
Há 8 horas